Cientista Chefe de Proteção Social

 

 

 

Pesquisadora responsável – Márcia Maria Tavares Machado

Sanitarista, é professora do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC). É graduada em Enfermagem pela UFC, tem mestrado em Saúde Pública pelo Departamento de Saúde Comunitária da UFC, doutorado em Enfermagem em Saúde Comunitária pela UFC e pós-doutorado na Harvard School of Public Health. Coordenou o Banco de Leite Humano da Maternidade Escola Assis Chateaubriand e atuou como membro efetivo do Comitê Nacional de Aleitamento Materno (AM) do Ministério da Saúde.

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3530709707821785

 

 

Órgão beneficiado: Secretaria de Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos humanos (SPS)

 

 

 

“Virando o Jogo – Juventude e Superação”: Intervindo e Monitorando para Construir Competências Familiares e Habilidades Socioemocionais (Metaprojeto)

 

No Ceará, a vulnerabilidade socioeconômica dos jovens entre 15 e 29 anos tem colocado desafios para os gestores públicos, uma vez que essa população vive um cotidiano agravado pela evasão escolar, pela ausência de oportunidades e por questões diretamente relacionadas à criminalidade e à violência. O Estado aparece como o sexto entre os estados brasileiros com maior proporção de jovens, de 15 a 29 anos, na condição de “Nem-Nem”, ou seja, jovens que não estudam e não trabalham. O Programa Virando o Jogo – Juventude e Superação é uma política direcionada para  esses jovens, que visa possibilitar uma oferta de vivências de cunho socioeducativo, de qualificação profissional, na perspectiva de fomentar o retorno dos jovens ao ambiente escolar.

 

Objetivos

– Desenvolver metodologia ativa para alinhamento dos monitores/facilitadores que irão atuar com os jovens;

 

– Realizar encontros com pais e/ou cuidadores dos jovens que participam da formação;

 

– Acompanhar jovens que necessitam de atenção especializada e cuidados interdisciplinares;

 

– Desenvolver metodologias de intervenção motivacionais e testar a sua efetividade, junto às famílias e os jovens;

 

– Realizar visitas domiciliares para busca ativa dos jovens que apresentam dificuldades na participação da formação;

 

– Desenvolver sistema para registro de todos os atendimentos grupais e individuais realizados durante a realização do projeto;

 

– Aferir a eficácia do Programa na reinserção educacional do jovem em diferentes momentos da execução, incluindo uma análise de acompanhamento posterior;

 

– Monitorar a taxa de evasão, identificando os principais motivos para descontinuidade do Programa pelo aluno;

 

– Estimar os impactos do Programa no fortalecimento dos vínculos comunitários e familiares, bem como na diminuição da violência familiar e comunitária;

 

– Monitorar o grau de satisfação de participantes e a adequação das diferentes estratégias educacionais utilizadas (formação cidadã, cursos de qualificação profissional, atividades culturais e desportivas);

 

– Monitorar a efetividade do Programa em suas etapas;

 

– Recomendar estratégias e ações que possam potencializar os impactos positivos do Programa, aperfeiçoando suas estratégias de execução.

 

“Virando o Jogo – Juventude e Superação”: reinserção escolar, profissionalização e renda de jovens em busca de um futuro melhor (Subprojeto)

O Programa Virando o Jogo – Juventude e Superação é uma política direcionada para jovens que não estudam e não trabalham. Foi identificada a necessidade de aprofundamento do estudo acerca da situação desses jovens, seu perfil, relações com a escola, com o trabalho, a família e a comunidade.  A articulação entre uma política pública bem desenhada e o monitoramento cuidadoso oferecerá subsídios relevantes para o aprimoramento da eficácia das ações e para o sucesso do programa na construção de um futuro mais promissor para os seus participantes.

 

Objetivos

– Elaborar um perfil dos jovens participantes do programa, identificando as principais variáveis associadas ao fenômeno do abandono e da reinserção escolar;

 

– Analisar as percepções dos jovens acerca do programa, do papel da escola e da formação profissional;

 

– Investigar as percepções dos participantes acerca do seu futuro, família, amigos, comunidade, educação e trabalho;

 

– Aferir a eficácia do Programa na reinserção educacional do jovem em diferentes momentos da execução;

 

– Monitorar a taxa de evasão, identificando os principais motivos para descontinuidade do Programa pelo aluno;

 

– Estimar os impactos do Programa no fortalecimento dos vínculos comunitários e familiares, bem como na percepção acerca das suas perspectivas profissionais;

 

– Monitorar o grau de satisfação de participantes e a adequação das diferentes estratégias educacionais utilizadas (formação cidadã, cursos de qualificação profissional, atividades culturais e desportivas);

 

– Auxiliar no aprimoramento do programa enquanto política pública.